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Montemuro: Grupo Santiago descarta responsabilidades

A administração do Grupo Santiago refuta as acusações dos 32 expedicionários da Nota de Topo, empresa do grupo com sede em Montemuro, que alegam terem sido despedidos sem justa causa e sem direito a indemnizações.

 

Em comunicado, emitido esta segunda-feira, a administração do Grupo Santiago começa por esclarecer que “a empresa de logística Nota de Topo que prestava serviços ao Grupo Santiago, foi vendida, em Dezembro de 2011, deixando de estar sob a administração da família Santiago”.

 

“Este negócio resultou de um acordo entre a Administração da mesma e a empresa Transportes Machoa e implicou a passagem de todos os activos e colaboradores da Nota de Topo para a nova administração”, lê-se. E acrescenta: “A partir da data da escritura a Administração da Transportes Machoa assumiu, portanto, a gestão dos negócios da Nota de Topo.

 

O mesmo comunicado frisa ainda: “a situação que tem sido relatada em alguns meios de comunicação social não decorre, nem poderia decorrer, de nenhum ato de gestão da responsabilidade do Grupo Santiago”.

 

Em conclusão, “a partir do momento em que a venda da empresa se consuma todos os actos de gestão praticados são evidentemente da responsabilidade da nova Administração”.

 

Por outro lado, o documento salienta que “a Nota de Topo, embora prestando serviços para o Grupo Santiago, nunca fez parte do Grupo, apesar de a sua administração ter sido assegurada pela família Santiago até à data da sua venda em Dezembro de 2011”.

 

Destacando que “antes dessa data as relações laborais nesta empresa sempre se pautaram pela mais absoluta normalidade”, o grupo Santiago frisa que “compreende a situação em que algumas das pessoas que terão sido despedidas estarão a passar, agravada ainda pela situação que o país atravessa”.

 

E conclui: “Podemos assegurar que não houve cartas de rescisão enviadas pela anterior empresa e que não houve quaisquer despedimentos sem justa causa”, remata o comunicado.

 

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12 de Março de 2012
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3 comentários: “Montemuro: Grupo Santiago descarta responsabilidades”

  1. Existem negócios muitos estranhos na zona Oeste. A M. Vassal & Filhos, Lda. também vendeu as quotas a uma tal Vila Baía – Hotels & Resorts, mas quem ocupa as instalações com reuniões é essa tão “distinta” família Santiago. Santiago, Vassal, Machoa, Vila Baía e CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS… grandes e estranhos negócios. Caso de polícia, seguramente.

  2. Os ricos cada vez são mais ricos com estas artimanhas

  3. É vergonhoso, fui um dos foncionarios a ser despedido. Recebi a carta de despedimento com o Remetente NOTA TOPO no dia 30-12-2011 onde me dizia estava despedido apartir do dia 31-12-2011. Diz aqui que a empreza NOTA TOPO presta servisso para empreza Santiago mas nos contratos de todos os foncionarios aparece 3 emprezas NOTA TOPO SA, SANTIAGO & SANTIAGO e JD
    Alem disso a falada empreza MOCHOA não igiste.
    Ha tambem quando dizem que uma empresa não tem nada a ver com a outra espeliquem entam por que o dono da Nota Topo é filho do dono da Santiago e socio da mesma????
    Ta visto que neste pais quem tem dinheiro faz o que quer….

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