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RCM: Raul Morgado no Disto É Que Eu Gosto

O fadista Raul Ferreira Morgado, que nasceu em 1953, em Fungalvaz – Torres Novas, é  o convidado de Rogério Batalha, para a  edição 1064, do programa «Disto é que eu Gosto», de 21 de Abril.

 

Começou a cantar, com apenas 15 anos, nas tascas do Bairro da Ajuda, em Lisboa. Em 1980 atuou em coletividades e restaurantes portugueses em Paris, bem como em Amsterdão, na Holanda.
Raul Morgado escreveu, em 1995, um livro de contos a que deu o título de «AMANHÃ É OUTRO DIA». Ultimamente tem cantado em restaurantes de Alfama.

 

A partir das 9 horas irá falar da sua vida artística e será divulgado o seu trabalho discográfico «FADOS QUE EU NÃO ESQUECI». Os ouvintes, como habitualmente, podem conversar com o fadista através dos telefones do estúdio da RCM 261 817 205 ou 261 817 206.

RCM: Teresa Tapadas no Disto É Que Eu Gosto

A jovem fadista Teresa Tapadas, que nasceu em Riachos, no Concelho de Torres Novas, no dia 10 de Maio de 1977, é a convidada de Rogério Batalha para a  edição 1060, do programa «Disto é que eu Gosto», de 24 de março.

 

Teresa iniciou a sua carreira no final de 1994, depois de ter sido solista do Grupo Folclórico da sua terra «OS CAMPONESES». O seu interesse pelo fado surgiu quando ouviu, pela primeira vez, Amália Rodrigues e Teresa de Noronha. Apesar da sua curta carreira tem cantado, com regularidade, algumas das vezes ao lado de nomes grandes, como António Pinto Basto, Margarida Bessa ou Carlos Zel.

 

Em 2000 participou na Homenagem a Amália Rodrigues, promovida pela TVI, no Coliseu do Porto, e no espetáculo de Boas Vindas ao Papa João Paulo II. No mesmo ano foi distinguida com o Prémio Revelação, da Casa da Imprensa, na Grande Noite do Fado, na cidade do Porto. No final de 2004 surgiu, finalmente, o seu primeiro álbum de originais. «MEU GRÃO DE PARAÍSO» foi o título escolhido pela cantora. O disco conta com inéditos de Rosa Lobato Faria, Carlos Baleia, João Conceição Dias e José Luis Gordo, apresentando ainda temas conhecidos de Amália Rodrigues, Fernanda Maria, Fernanda Baptista e Vasco Rafael.

 

«TRAÇOS DE FADO» é o segundo álbum, a solo, de Teresa Tapadas composto por 11 temas com direção musical de Armindo Neves, dois deles com letras da sua autoria.

 

Para além dos espetáculos que fez a solo integrou, em 2001, o Grupo Entrevozes e em 2004 o Grupo Quatro Cantos.
Atuou no Brasil, Espanha, Cabo Verde, Irlanda, Suíça e Canadá.
Das 9 às 11 horas irá falar, em pormenor, da sua vida artística e serão divulgados vários fados dos seus dois trabalhos discográficos «Meu Grão de Paraíso» e «Traços de Fado».

 

Os ouvintes podem conversar com a fadista através dos dois telefones do estúdio da RCM 261 817 205 ou 261 817 206.

RCM: Fadista Hélder Moutinho no Disto É Que Eu Gosto

O fadista Hélder Moutinho, que nasceu em Oeiras em 1969, é o convidado de Rogério Batalha para a edição 1057, do «Disto é que eu Gosto», de 3 de Março.

 

O artista, de família de tradição fadista, ganha o gosto natural pelo fado, convivendo nos meios tradicionais deste género musical. Cedo sente a sede de cantar. É no final da adolescência, depois de se identificar com estilos musicais mais diversificados, que o fado começa a ganhar uma importância cada vez maior na sua vida. Se inicialmente cantava só para amigos, o dom deixou de poder ser guardado e é então que surge o convite para fazer parte, pela primeira vez, do elenco de uma casa de fados, no Bairro Alto, em Lisboa.

 

Estreou-se em 1999 com o disco « SETE FADOS E ALGUNS CANTOS». Seguiu-se «LUZ DE LISBOA», em 2004, vencedor do Prémio Amália Rodrigues e, mais recentemente, «QUE FADO É ESTE QUE TRAGO?”, presença recorrente nas listas de melhores discos de fado da década que agora finda. Apesar de se dividir pelas atividades de letrista, agente, manager e «inventor de festivais e outros que tais, o artista já pisou palcos em tudo quanto é sítio, dos Estados Unidos da América ao Zimbabué e da Lituânia à China.

 

O fado não guarda grandes segredos para Hélder Moutinho. A canção lisboeta vai já na quarta geração de convívio íntimo com a sua família e o seu bisavô José Júlio foi mesmo um dos primeiros fadistas a gravar um disco. Numa altura em que todo o fadista tinha outra profissão, José Júlio, que ganhava a vida enquanto calafate, em 1920, ia cantando os fados em jantares importantes, tendo sido inclusivamente escolhido para animar a receção e homenagem a Gago Coutinho e Sacadura Cabral após a travessia aérea do Atlântico Sul em 1922. Nascido Hélder Santos escolheu o apelido materno para o fado, porque o seu nome havia já sido tomado por um outro cantor que se dedicava à mesma canção. Cresceu a caminho com os pais e com o irmão mais velho Camané, das matinés fadistas de fim de semana e tão cercado estava pelo fado que quis libertar-se da sua influência.

 

Quem quiser conversar com o convidado, do «Disto é que eu Gosto», pode telefonar para o estúdio da RCM, das 9 às 11 horas, tendo ao seu dispor os telefones 261 817 205 e 261 817 206.